PRESCRIÇÃO DA CANÁBIS PARA FINS MEDICINAIS
Sua Enfermeira Informa.
A dosagem ideal
A dosagem ideal da cannabis para fins medicinais deve ser sempre determinada para cada doente com base em variados fatores, incluindo o teor de THC do produto da cannabis para fins medicinais, a via de administração selecionada e a condição médica específica do doente. Regra geral, a dose ideal é a dose mais baixa adequada para controlar os sintomas do doente sem causar efeitos secundários. Para atingir este objetivo, o médico pode pedir ao doente para começar com uma dose baixa e aumentar lentamente de acordo com o esquema de titulação proposto. Tal pode permitir uma melhor tolerabilidade. Diferentes doentes podem tolerar ou necessitar de diferentes doses.
Existe recomendação para a dosagem da cannabis?
Para os doentes que fazem uso de formas orais da cannabis (por ex., cápsulas), recomenda-se aumentar a dose diária total não superiores a 2,5 mg de THC a cada dois dias. Se um doente começar com 2,5 mg de THC no dia 1, isso significa que vai tomar 5 mg de THC no dia 3. Se um doente seguir este esquema, deve certificar-se de que não excede a dose diária de 40 mg de THC ou uma dose mais baixa que proporcione um equilíbrio adequado entre os benefícios da terapêutica e o aparecimento de possíveis efeitos secundários. A dose diária média para administração oral é de aproximadamente 15 mg de THC, com base nos dados disponíveis. Se a forma farmacêutica oral não contiver THC (CBD dominante), os doentes podem começar com cerca de 50 mg de CBD no Dia 1, aumentando a dose em incrementos de 50 mg diariamente, atingindo um máximo de aproximadamente 1400 mg por dia.
Existem interações Medicamentosas com os canabinoides?
Existe a possibilidade de algumas interações medicamentosas com os canabinoides. Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica por administração concomitante de medicamentos antispásticos, uma vez que pode ocorrer uma redução do tônus muscular, conduzindo a um risco maior de quedas e lesões
Existe a possibilidade de algumas interações medicamentosas com os canabinoides. Pode ocorrer uma interação farmacodinâmica por administração concomitante de medicamentos antispásticos, uma vez que pode ocorrer uma redução do tônus muscular, conduzindo a um risco maior de quedas e lesões
Podem ocorrer interações farmacodinâmicas, que provocam efeitos sobre o SNC (por ex., tonturas, confusão, sedação, sonolência), quando a canábis para fins medicinais é administrada em simultâneo com medicamentos que têm efeitos semelhantes no sistema nervoso central, como depressivos.
Podem ocorrer interações farmacodinâmicas, que provocam efeitos sobre o SNC (por ex., tonturas, confusão, sedação, sonolência), quando a canábis para fins medicinais é administrada em simultâneo com medicamentos que têm efeitos semelhantes no sistema nervoso central, como depressivos.
Tanto o THC como o CBD são metabolizados pelo sistema do citocromo P50 (CYP). CYP2C9 e CYP3A4 são as enzimas principais no metabolismo do THC, enquanto CYP2C19 e CYP3A4 são as enzimas principais no metabolismo do CBD. Os inibidores destas enzimas podem aumentar, enquanto os indutores podem diminuir, a exposição sistêmica dos canabinoides e/ou o seu metabolito ativo, resultando num aumento das reações adversas ou na perda de eficácia da canábis para fins medicinais.
Tanto o THC como o CBD são metabolizados pelo sistema do citocromo P50 (CYP). CYP2C9 e CYP3A4 são as enzimas principais no metabolismo do THC, enquanto CYP2C19 e CYP3A4 são as enzimas principais no metabolismo do CBD. Os inibidores destas enzimas podem aumentar, enquanto os indutores podem diminuir, a exposição sistêmica dos canabinoides e/ou o seu metabolito ativo, resultando num aumento das reações adversas ou na perda de eficácia da canábis para fins medicinais.
Os médicos devem estar atentos ao eventual aumento de reações adversas relacionadas com canabinoides quando a canábis para fins medicinais é administrada em concomitância com inibidores de CYP2C9 (por ex., amiodarona, fluconazol), CYP2C19 (por ex., cetoconazol, isoniazida) e CYP3A4 (por ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, ritonavir, eritromicina). De igual modo, os médicos devem estar atentos à eventual diminuição da eficácia quando a canábis para fins medicinais é coadministrada com indutores de CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina).2,6 Por último, os médicos devem estar atentos ao eventual aumento de reações adversas associadas aos substratos de CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4 (por ex., claritromicina, eritromicina) quando a canábis para fins medicinais é coadministrada com os mesmos.
Também existem potenciais interações entre substâncias ativas que se liguem extensamente às proteínas plasmáticas e o THC.
Os médicos devem estar atentos ao eventual aumento de reações adversas relacionadas com canabinoides quando a canábis para fins medicinais é administrada em concomitância com inibidores de CYP2C9 (por ex., amiodarona, fluconazol), CYP2C19 (por ex., cetoconazol, isoniazida) e CYP3A4 (por ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, ritonavir, eritromicina). De igual modo, os médicos devem estar atentos à eventual diminuição da eficácia quando a canábis para fins medicinais é coadministrada com indutores de CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina).2,6 Por último, os médicos devem estar atentos ao eventual aumento de reações adversas associadas aos substratos de CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4 (por ex., claritromicina, eritromicina) quando a canábis para fins medicinais é coadministrada com os mesmos.
Também existem potenciais interações entre substâncias ativas que se liguem extensamente às proteínas plasmáticas e o THC.

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